O Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (CAMP) manifesta seu mais sincero pesar pelo falecimento do publicitário e consultor André Torretta.

Torretta foi um dos cofundadores do Data Popular e do Data Raça, profissional tinha 59 anos e dedicou mais de 30 anos de carreira a pesquisas, tendências e ao marketing político. Será para sempre lembrado por sua criatividade e bom humor.

Palestrante e também escritor, Torreta foi autor dos livros “Como Ganhar Seu Voto”, “Mergulho na Base da Pirâmide: Uma nova oportunidade para sua empresa”, “E Agora, Vai? Porque o Brasil será tão diferente em 10 anos e como tirar proveito disso”.

Aos amigos e familiares nosso abraço fraterno.

Em busca de apoio e também de mais transparência no combate à desinformação, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disponibilizou um Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral – SIADE.

A plataforma permite a qualquer pessoa o apontamento de fatos notoriamente inverídicos ou descontextualizados com potencial para causar danos ao equilíbrio do pleito ou à integridade do processo eleitoral.

Uma vez recebidos, os alertas são processados por uma equipe interna, que avalia o enquadramento no escopo do programa e, em caso positivo, adiciona dados de contexto, como, por exemplo, matérias de checagem de fatos ou notas de esclarecimento oficiais que permitam evidenciar falsidades de conteúdo ou de contexto.

Na sequência, os alertas são enviados às plataformas digitais, para que avaliem a hipótese de violação de seus termos de uso, aplicando as medidas correspondentes. Havendo a perspectiva de crimes ou ilícitos eleitorais de caráter administrativo, os alertas são também encaminhados às instâncias competentes.

Pode-se, por meio do sistema, registrar denúncias contra:

  • Desinformação que atinge a Justiça Eleitoral
  • ⁠Desinformação que atinge membros, servidores e colaboradores da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral
  • ⁠Ameaças e incitação à violência contra integrantes ou o patrimônio da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral
  • ⁠Perturbação ou incitação à abolição do Estado Democrático de Direito (Atos Antidemocráticos)
  • ⁠Uso de inteligência artificial em desacordo com as regras de rotulagem ou para veicular desinformação
  • ⁠Comportamento ou discurso de ódio (racismo, homofobia, ideologias nazistas, fascistas, preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade, religião e outras formas de discriminação)
  • ⁠Conteúdos desinformativos dirigidos a candidatas, candidatos, partidos políticos, coligações e federações, e que afetam a legitimidade do processo eleitoral;
  • ⁠Recebimento de mensagem eleitoral não solicitada via Whatsapp

Desde 2018, o CAMP tem sido parceiro da Corte em diversas ações no combate à disseminação de notícias falsas, como a promoção de um evento virtual em parceria entre TSE, STF e CAMP em 2022, laureamos o Programa de Enfrentamento à Desinformação no nosso 3º Prêmio CAMP da Democracia, em 2023. E neste ano, o nosso presidente, Bruno Hoffmann, participou de Audiência Pública realizada pela Corte, em que destacou em sua fala o papel do Clube na luta por um país mais democrático, onde fomos inclusive, a única instituição a pedir expressamente a proibição do uso de ‘deepfake’ nas eleições. Pedido que foi acatado pela Corte em decisão no dia 27 de fevereiro de 2024.

O Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (CAMP) vê com extrema preocupação a notícia de que o Google irá vetar o impulsionamento eleitoral nas eleições de 2024 no Brasil.

É vital, em um sistema eleitoral democrático sadio, que os candidatos disponham de formas eficientes de contato com o eleitor, para apresentar suas propostas e dialogar. O impulsionamento eleitoral é uma das principais formas de fazer isso, e sua indisponibilização impacta diretamente na capacidade de os candidatos se tornarem mais bem conhecidos, em especial os com menos acesso aos meios tradicionais de comunicação.

O CAMP urge que essa medida seja revertida, pois ela enfraquece o processo eleitoral ao não oferecer um ambiente de competição justo e transparente para os concorrentes a cargos eletivos. Corremos o risco de ver neste ano uma democracia menos oxigenada, com uma participação popular diminuída, menos engajada, mal informada e cada vez mais distante.

Acompanhe o resultados das eleições presidenciais Norte-Americanas direto de Washington DC

O CAMP fechou uma parceria com a “US Election Tour” com valores promocionais para os nossos associados interessados em participar do evento “Tour eleitoral nos EUA e festa da vitória”, que acontecerá de 02 a 05 de novembro, na Pensilvânia e Washington, DC, que é uma experiência imersiva nas eleições nos EUA.

Programação:

A turnê começa no sábado, dia 02 de novembro, com a chegada em Washington. A hospedagem será no Sonesta Hotel em Arlington, Virgínia, onde haverá uma recepção de boas-vindas a noite. Na manhã seguinte, os participantes irão de ônibus para participar de comícios no estado da Pensilvânia, no domingo e na segunda-feira. Essas duas noites terão hospedagem no Hotel Hilton, no centro de Harrisburg, capital da Pensilvânia, no centro do estado.

Na terça-feira, 5 de novembro, será realizada visita aos locais de votação para testemunhar a votação e as campanhas de campo. Em seguida, o grupo segue para Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, onde haverá uma tarde relaxante antes de seguir para o “Top of the Town”, considerado a melhor vista de Washington, DC para uma festa VIP na noite eleitoral completa com cobertura televisiva, open bar e comida.

O passeio ainda inclui:

  • Recepção de boas-vindas em Arlington no sábado
  • Duas noites de hospedagem no Sonesta Hotel em Arlington, Virgínia (2 e 5 de novembro)
  • Duas noites de hospedagem no Hilton Hotel no centro de Harrisburg (3 e 4 de novembro)
  • Buffet de café da manhã completo Domingo, segunda e terça-feira
  • Trânsito de ônibus aos domingos e segundas-feiras para comícios e eventos políticos
  • Palestrante convidado especial e recepção de café na segunda-feira de manhã
  • Trânsito de ônibus às terças-feiras para assembleias de voto e Washington, DC
  • Um ingresso para a festa VIP da noite eleitoral (open bar, Comida americana) no Top of the Town, que abriga a melhor vista de Washington, DC.

Interessados entrar em contato com a Diretora de Operações do CAMP, Ketrin Raitz para ingressar no grupo que está sendo montado. O organizador poderá oferecer o serviço de tradução simultânea caso haja demanda.

Evento Polaris Awards em Londres

Encerra no dia 14 de abril as inscrições de cases para a premiação mais importante da Europa, o Polaris Awards. Os associados do CAMP têm 15% de desconto para as inscrições de prêmios e para o ingresso na conferência e cerimônia de premiação. A festa será dia 21/06 em Londres, Inglaterra. Estão habilitadas para participar as campanhas eleitorais de governo e de interesse que tenham sido executadas até 14 de abril deste ano.

O Polaris foi criado em parceria com a Associação Europeia de Consultores Políticos (EAPC) e hoje é apoiada também por outras associações do mercado de marketing político, incluindo a Associação Internacional (IAPC), a Latino-Americana (ALACOP) e pelo CAMP. Participe! E não se esqueça de já ir organizando material das eleições desse ano para se inscrever ano que vem! Saiba mais em www.polarisawards.com e em @polarisawards.

Associados do CAMP estão convidados para a Conferência da EAPC em Berlin, na Alemanha

Por meio da parceria do CAMP com a Associação Internacional de Consultores Políticos (IAPC), os membros do Clube estão convidados para a conferência da Associação Europeia de Consultores Políticos (EAPC), a ser realizada de 15 a 17 de Maio, em Berlim, na Alemanha.

O evento proporcionará a oportunidade de participar em discussões e sessões de estratégia nas salas onde as decisões estão sendo tomadas. Esta conferência é uma rara oportunidade de conectar estratégias e compreensão íntima da dinâmica política, além de conhecer uma cidade marcada por grandes momentos – da Segunda Guerra Mundial à Guerra Fria, quando um muro dividiu a cidade.

Para sentir a energia da política de hoje em Berlim e compreender o impacto que ela tem no mundo, a organização programou uma série de visitas guiadas pelos principais pontos turísticos da cidade, como o “Salão das Lágrimas”, conhecido como porta para a Alemanha Ocidental, visita guiada à Casa Konrad Adenauer e passeio turístico pelo Portão de Brandemburgo, Checkpoint Charlie, Muro de Berlim, Museu Judaico e Alexanderplatz.

Além de um passeio turístico pelo Museu Stasi, a Antiga Sede da Ministério da Segurança do Estado na Alemanha Oriental, visita guiada ao parlamento com representantes do Fração SPD (Sociais Democratas), seguido de apresentação e discussões, caminhada guiada com guias turísticos ao Bundestag, e visita à Cúpula do Reichstag.

As condições e valores são os mesmos oferecidos aos membros da EAPC, confira a lista de participantes no Instagram @eapcevents e todas as informações do evento no site www.eapc2024.com.

Presidente do CAMP, Bruno Hoffmann, é recebido pela Ministra Cármen Lúcia no STF

O Presidente do Clube Associativo de Profissionais de Marketing Político (CAMP), Bruno Hoffmann, foi recebido na tarde desta quarta-feira, dia 03, pela Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia. Durante o encontro, Hoffmann, teve a oportunidade de falar à magistrada, que é também Vice-Presidente do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) e que assumirá a presidência da Corte Eleitoral para as eleições desse ano, sobre o trabalho realizado pelo CAMP.

“Foi certamente uma oportunidade de agradecer pessoalmente a Ministra Cármen Lúcia e toda a Corte por terem acatado a sugestão do CAMP de proibição de deepfakes nas eleições. Também a presenteei com uma cópia do nosso livro, ‘Marketing Político Político no Brasil’. Além, claro, de explanar sobre o trabalho que temos desenvolvido e histórico de parceria com a Corte Eleitoral. Foi certamente uma honra ter esta oportunidade”, explica o presidente.

A conversa aconteceu no Salão Branco do STF, onde Hoffmann foi o único a ser recebido pela Ministra durante a tarde.

CAMP anuncia alterações nos cargos administrativos da associação

No mês em que completou seis anos de fundação, o Clube Associativo de Profissionais de Marketing Político, CAMP, anuncia mudanças no corpo gestor do Clube. As alterações, segundo o presidente, Bruno Hoffmann, são reflexos do crescimento do clube. “Após seis anos, crescemos muito e precisávamos refletir melhor a representatividade de algumas regiões e dar espaço para os associados com interesse de assumir responsabilidades e doar mais do seu tempo para a associação”.

As principais alterações na gestão do CAMP estão na Diretoria Executiva com a chegada do associado Guto Araújo que assume o cargo de Secretário-Geral, que era ocupado por Gil Castillo, que agora é Vice-Presidente de Conhecimento e Marketing, cargo deixado por Cila Schulman, que assume como Vice-Presidente de Relações Institucionais, posto que era ocupado por Lula Guimarães, que agora reforça o grupo do Conselho Consultivo do Clube.

Já nas Diretorias Regionais, aumentamos o número de diretores, com a chegada da Karina Terso e Juarez Guedes na Regional Norte-Nordeste, no Centro-Oeste, Marcelo Tognozzi, no Sudeste, Daniel Machado e Fabrício Caruso e no Sul, Gabriel Correa.

Confira como fica o novo Comitê de Gestão do CAMP

Diretoria Executiva

Presidente do CAMP
Bruno Hoffmann

Vice-Presidente Administrativo
Dudu Godoy

Vice-Presidente de Planejamento
Fábio Bernardi

Vice-Presidente de Relações Institucionais
Cila Schulman

Vice-Presidente de Conhecimento e Marketing
Gil Castillo

Secretário-Geral
Guto Araújo

Conselho Consultivo

Cassiano Sampaio
Guillermo Raffo
Marcelo Weiss
Lula Guimarães
Paulo de Tarso da Cunha Santos

Diretorias Regionais

Norte-Nordeste

Juarez Guedes – PB
Karina Terso – BA

Centro-Oeste

Ricardo Amado – DF
Marcelo Tognozzi – DF
Marcus Vinicius – GO

Sudeste

Fernando Vieira – SP
Fabricio Caruso – SP
Daniel Machado – MG

Sul

José Fuscaldo – RS
Gabriel Correa – RS

TSE acolhe pedido do CAMP e proíbe deepfake nas eleições

O CAMP, Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político, comemorou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite desta terça-feira, dia 27, em que o TSE proíbe ‘deepfake’ nas eleições. A decisão da Corte veio após as Audiências Públicas realizadas no final do mês de janeiro, e a resolução sobre propaganda eleitoral que disciplina o uso de tecnologias de inteligência artificial (IA) nas campanhas das eleições municipais foi um dos principais destaques da resolução. 

O Clube, representado por seu presidente, Bruno Hoffmann, participou de Audiência Pública promovida pela Corte, para debater as propostas de aperfeiçoamento das resoluções para as Eleições 2024. Em sua fala, Hoffmann destacou o papel do CAMP na luta por um país mais democrático e enfatizou a importância das contribuições feitas pela entidade para o pleito deste ano. 

“Essa vedação expressa é crucial. Não podemos dar margem, ou autorizar, mesmo com advertência, algo que tenha ‘fake’ no nome”, defendeu o presidente da associação. 

Ao acompanhar a decisão, o presidente celebrou: “É o CAMP fazendo história, sem dúvidas! Fomos a única instituição a pedir expressamente a proibição das deepfakes durante o debate promovido pela Corte. Por isso, parabenizamos o TSE pela importante decisão e temos a certeza de que evitamos uma catástrofe no processo eleitoral brasileiro. Viva a Democracia!”, completa.

O CAMP acredita que a importância da participação dos profissionais de marketing político vai além da comunicação democrática, mas também pode e deve contribuir na construção mas das leis e normas eleitorais. É comunicação séria próxima do TSE e de outras instituições democráticas.

CAMP participa de audiência pública promovida pelo TSE

O presidente do CAMP, Bruno Hoffmann, participou na última quinta-feira (25) de audiência pública no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O debate foi promovido pela Corte para debater as propostas de aperfeiçoamento das resoluções para as Eleições 2024. A audiência foi conduzida pela ministra Cármen Lúcia, vice-presidente da Corte e relatora designada para as resoluções.
Hoffmann destacou o papel do CAMP na luta por um país mais democrático e enfatizou a importância das contribuições feitas pela entidade para o pleito deste ano. Ao total, o CAMP cadastrou sete proposições, que tratam sobre a regulamentação de Inteligência Artificial, sobretudo, a sugestão de proibição de deep fake, e outros temas incluindo combate à desinformação e melhor regulamentação do direito de resposta.
Confira o discurso na íntegra:

Exma. Ministra Cármem Lúcia e demais autoridades presentes.

É uma honra estar na presença de vossas senhorias.

Sou Bruno Hoffmann, presidente do CAMP, e é uma honra também, representar aqui a grande maioria dos principais estrategistas, consultores políticos e profissionais do Marketing Político brasileiro.

O CAMP tem como objetivo central mostrar que somos parte da solução para um país mais democrático. Através das nossas ações e Código de Ética. É comunicação séria próxima do TSE e de outras instituições democráticas.

E aqui já início a defesa das propostas submetidas, pois na nossa profissão, é bem verdade, somos especialistas em informar, emocionar, envolver o eleitor. Digo isso pois, acreditem, sabemos das oportunidades e dos impactos que novidades como a Inteligência Artificial terão nos pleitos eleitorais.

Justamente por isso, sugerimos como principal contribuição aqui hoje, a proibição das deepfakes nas eleições. Nossos eleitores não estão prontos para distinguir o certo do errado, o real do fake, e as consequências podem ser catastróficas.

Essa vedação expressa é crucial. Não podemos dar margem, ou autorizar, mesmo com advertência, algo que tenha “fake” no nome.

Ao mesmo tempo que a inteligência artificial é uma ferramenta, está posta, poderá ser muito positiva reduzindo custos, agilizando processos e melhorando a qualidade das peças de propaganda. Importante darmos essa liberdade, e garantir o uso positivo, sem amarras às campanhas. Não podemos tentar frear a tecnologia, advertir, ou difundir a sensação de que tudo que se use IA é falso ou desinformação.

É fundamental focarmos no impedimento dos usos negativos somente, pois eles existirão e virão diariamente, anonimamente, com o objetivo de destruir candidaturas e atacando instituições democráticas.

O CAMP teve a oportunidade de enviar 7 sugestões de aprimoramento à Corte:

As três primeiras se referem ao Artigo 9º B.

  1. Alteração artigo 9ºB, caput: proibição de deepfake ao vedar fabricação e manipulação de imagens, sons ou vídeos com o objetivo de difundir crença que o individuo ou situação retratados são verdadeiros.

Ao mesmo tempo que libera o uso de inteligência artificial sem causar insegurança jurídica na produção de material. Sem esse segurança, quais tecnologias de fato não precisariam de informação explícita, quem irá determinar cada uma delas? Existe aí um risco seríssimo à comunicação democrática com possibilidade de milhares de pedidos sobrecarregando a assessoria jurídica e por consequência os tribunais competentes durante as eleições.

  1. Alteração artigo 9ºB, §2º: incluindo vedação expressa de desinformação na propaganda eleitoral dos candidatos, com a consequência já prevista a fim de preservar a integridade do processo.
  2. Inclusão artigo 9ºB, §4º: assim como já ativo em algumas redes sociais, fica colocada às plataformas a responsabilidade de colaborar com o processo eleitoral e criar a advertência de deepfake, tanto para candidaturas em desacordo com a lei, como para usuários que com certeza irão popular as redes com esse tipo de conteúdo.
  3. Inclusão artigo 29º, §1º-A: veda expressamente o impulsionamento de banners em sites, blogs e aplicativos. Justamente porque em 2022, o entendimento de impulsionamento de conteúdo não incluía essa versão de propaganda, mas especificamente na plataforma do Google Ads, o display estava habilitado para campanhas e isso criou insegurança jurídica e um ambiente injusto de competição no ambiente digital. Ou seja, ou se proíbe expressamente, ou se permite expressamente.
  4. Alteração artigo 29º, §12º: expande a vedação de impulsionamento de fake news além do tema de “integridade eleitoral”, mas também à “candidatura, partido político e federação”. Ou seja, cercando ainda mais os produtores de desinformação.

Representações e Reclamações (Direito de Resposta)

  1. Inclusão artigo 31º, §2º: esclarecendo a não necessidade de apresentação do texto do direito de resposta no protocolo da petição inicial. Esclarecendo um entendimento jurisprudencial para que não se gere insegurança jurídica e sobretudo não dar margem à aplicação de censura prévia.
  2. Inclusão artigo 32º, item III, d): inclusão do detalhamento sugerido que padroniza o formato de direito de resposta na televisão, com fundo e letreiro neutros. Garantindo as mesmas oportunidades estéticas de esclarecimento à ambas as partes.

Sem mais, agradeço a oportunidade em nome do CAMP, e me coloco à disposição da Corte para detalhar, se necessário, no momento adequado, exemplos práticos que essas sugestões resolvem. Muito obrigado.